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O site Ecooos...

Aos Padres Combonianos.
Parabéns por mais este trabalho, um site com informações valiosas, bem construído e acima de tudo responsável. Ana do Nascimento Machado - São Luis, Ma - 14-11-2007
Parabéns! Informativo, formativo e desafiador. É assim que defino a pagina agora definitivamente acabada! Não tenha duvida, recomendarei a amigos professores, pastores e alunos. Serei visitante constante, até por que quem sabe teremos em breve um pequeno artigo da nosa autoria publicado na seção de opiniões!!! Grande abraço.
Pastor Luciano Batista - João Pessoa, PB - 02-11-2007
Fiquei surpresa com a seriedade profissional do site Ecoos e confesso que não conhecia os missionários combonianos. Este site merece ser conhecido pelo mundo afora.
Maria Alice Monteiro da Silva - Recife, PE - 01-11-2007
Sou um antigo leitor da revista Sem Fronteiras. Fiquei triste quando a revista acabou de ser editada. Nesses dias andei navegando a procura de algo sobre os combonianos e, por minha surpresa, encontrei o site de vocês. Está de parabéns a equipe da revista eletrônica Ecooos e estamos de parabéns nós que ainda temos saudades da revista Sem Fronteiras.Valeu a espera!
José Antônio Guimarães - São Paulo - 01-11-2007
Tomamos conhecimento do site dos Combonianos do Nordeste. Que bom! Já dei uma olhada. Muito rico, com conteúdo. Com certeza mais um instrumento de Comunicação Popular que ajudará nas reflexões, trabalhos e articulação das forças sociais existentes. Como também no entendimento da missão de vocês.
Francisco Vladimir, Agência AnotE – Fortaleza, CE – 30-10-07

 

Tropa de Elite

Achei o filme muito bom, trata-se para mim de uma parte da realidade, a parte ruim e por esta razão acho que o filme chama a atenção.
Fiquei muito preocupado com o nível de corrupção que é apresentado, mas pelo pouco que eu posso entender, trata-se de uma realidade muito presente em todos os níveis da sociedade brasileira (não só na policia ou na política ou nas ONGs). É suficiente imaginar e pensar o que vai acontecer em poucos meses quando os brasileiros serão chamados a votar e a escolher prefeitos e vereadores e tudo isto tem repercussão na vida de cada dia.
O que mais me preocupa depois de ter assistido ao filme é o final do filme mesmo quando o traficante é morto como forma para cumprir uma vingança. Será  que não é possível acreditar na justiça e a única forma para fazer justiça é a vingança?
Antonio Soffientini - Açailândia, MA - 13-11-2007
Em Tropa de Elite, ficção e documentário se aproximam tanto do real a ponto de arrastar o espectador de forma implacável bem no meio do fogo cruzado. Coração na garganta, são minutos a fio subindo e descendo morro, entrando e saindo em becos sem saídas, como sem saída acaba sendo a estúpida inteligência de uma tropa de elite que pretende destocar da favela traficantes, armas e droga, com o pretexto de limpar a área próxima ao Sumaré, onde o Papa será hospedado quando da sua visita ao Brasil. Operação sem saída, pois é público e notório que é graças à “banda podre” instalada nas instituições do Estado que as organizações criminosas podem prosperar. O filme Tropa de Elite não exprime opiniões. Tem o mérito, porém, de levantar um bocado de questões que deveriam entrar, de forma permanente, na agenda dos Poderes do Estado e de todas as instituições governamentais ou não, inclusive das Igrejas. Interessante que no embalo do filme, os meios de comunicação acabam de divulgar nesses dias os dados da última Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do Instituto Brasileiro de Geografias Estatísticas (IBGE), de 2003. O retrato é muito semelhante daquele traçado no filme. Quem consome mais drogas é o garoto da elite. São homens jovens e brancos solteiros, de alta renda, que vivem nas capitais do Sudeste e freqüentam uma instituição privada de ensino: 62% da classe A, com cartão de crédito. Por sinal, conforme a pesquisa, até a violência no trânsito é prerrogativa desta mesma classe. No entanto, as cadeias do Brasil vivem superlotadas de pobres e negros.
Marco Passerini - Fortaleza, CE - 24-10-2007
O filme Tropa de Elite é bastante polêmico e tem gerado muitas críticas. Tem quem concorde, tem quem discorde com sua mensagem. As cenas de violência e corrupção policial nos causam medo e indignação. Pode também, ao contrário, causar algum tipo de inércia mental por acharmos que isto é normal, ou seja, a corrupção já se tornou prática comum nesse país e a violência está tão banalizada que já não assusta mais, mesmo sendo esta praticada por policiais.
É claro que o filme Tropa de Elite é uma obra de ficção, mas que aponta para uma realidade que se vive não só nos morros e favelas do Rio de Janeiro. A violência policial e a corrupção nas corporações e instituições, e, diga-se de passagem, não só policiais, acontecem por todos os cantos e recantos desse país. Portanto, o filme toca em algumas feridas sociais de uma realidade preocupante de nosso país onde vidas estão sendo tiradas todos os dias.
No desenrolar da trama é fácil pensar que o comandante da Tropa de Elite é um “mocinho” que quer pregar a honestidade e a seriedade na corporação ao combater o tráfico e policias desonestos. Na verdade, ele se enquadra muito bem no papel de “bandido” ao aplicar técnicas de tortura, assassinato à queima roupa e outras violências. Não é esse o papel da polícia. Isso é tão grave quanto apoiar o tráfico de drogas e armas e não menos grave que a prática de extorsão e impunidade policial.
Tudo isso deve provocar um debate e uma séria revisão em todas as “tropas da sociedade”. E nesse sentido o filme é positivo porque traz à tona questões urgentes que precisam ser debatidas e resolvidas: a desigualdade e a injustiça social, o crime organizado, o tráfico de drogas e armas, a corrupção nas instituições, o corporativismo e a impunidade, a violação dos direitos humanos, a falta de políticas públicas e investimentos sócio-educativos e a necessidade de um plano sério e efetivo de segurança pública nacional.
Raimundo Rocha - Teresina, Pi - 20-10-2007
Espero que todos os posicionamentos viscerais gerados em torno do assalto a Luciano Huck e os "novos" heróis da Tropa de Elite, que ajudaram a expor as entranhas de uma sociedade brasileira muito dividida (desde o ponto de vista ideológico, mas sobretudo social) ajude não somente a ampliar a discussão (necessária) em torno da Segurança Pública, mas de um debate aberto e abrangente sobre a urgentissima reforma do Judiciário... Tomara que não caiamos, novamente no círculo vicioso de torcer por bandido que mata policial e ou por policial que mata bandido, e que lembremos que "bandido é bandido" também no Congresso... e que "violência é violência", mesmo praticada em forma "heroica"! Impunidade ou corrupção não são privativas de PMs mal pagos e mal treinados!!! José Padilha dirigiu também Ônibus 174. É preciso voltar a assistir e comparar... e ir além!
Gustavo Covarrubias - Timon, MA - 20-10-2007